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Probióticos e prebióticos: entenda a diferença

Bactérias do nosso intestino exercem papel fundamental na nossa saúde 
 
Segundo a médica geneticista com título de especialista pela Sociedade Brasileira de Genética Médica (SBGM), Ida Vanessa Doederlein Schwartz, o microbioma é a coleção de micro-organismos que temos em nosso corpo e cada um tem sua genética. Então, as funções do nosso organismo são uma mistura do nosso DNA com o DNA das bactérias.
 
- Em estado de doença, é importante sempre pensar que a genética das bactérias pode influenciar no tratamento e nos sintomas das pessoas. Cada indivíduo possui características muito particulares e isso pode explicar porque algumas pessoas respondem melhor a um determinado medicamento e outras respondem de maneira diferente, por exemplo – afirmou
 
A nutricionista associada da SBGM, Tatiele Nalin, destaca a diferença entre os termos probióticos e prebióticos.
 
- Os probióticos são micro-organismos vivos que vamos consumir e que têm de se manter vivos no colon. Os prebióticos são substâncias que vamos comer em forma de alimento ou suprimento e que servem de alimento dessas bactérias para elas se manterem vivas – explica.
 
Um dos desafios é que não se sabe, até hoje, segundo a profissional, a quantidade ideal e em que casos é preciso suplementar, sendo alvo ainda de muitos estudos.
 
- O importante é ter uma alimentação saudável. Esse é o fundamento principal. Se vai precisar suplementar ou não é fundamental que essa informação venha a partir de um profissional médico. Há um bombardeio dessas informações na mídia leiga e as pessoas acabam muitas vezes consumindo coisas que não precisam – alertou.
 
Os probióticos são produtos cheios de bactérias saudáveis. Alguns iogurtes, queijos e o leite fermentado fazem parte da classe. Lactobacilos e bifidobactérias, favorecem o trânsito intestinal e cooperam para o aproveitamento de vitaminas.
 
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