Doenças raras que você já viu na TV
Através da tela, filmes e séries podem despertar curiosidade, abrir conversas e até nos aproximar de temas que, muitas vezes, parecem distantes da nossa realidade. Você talvez não tenha percebido, mas a genética médica já apareceu em várias histórias. Condições genéticas e doenças raras aparecem em diferentes produções e, mesmo quando a representação não é perfeita, elas podem ser um ponto de partida para conhecer e olhar para essas condições com mais informação e empatia.
Um bom exemplo é Decisões Extremas (2010). No filme, uma família busca tratamento para os filhos que têm uma doença genética rara, a doença de Pompe. A história mostra a corrida contra o tempo em busca de uma terapia capaz de mudar o curso da doença.
Já em The Good Doctor: O Bom Doutor, série exibida de 2017 a 2024, aparecem diferentes condições genéticas e doenças raras ao longo das temporadas. E um ponto importante se repete: diagnosticar uma condição rara pode exigir olhar para pistas que não parecem ter relação entre si.
Extraordinário (2017) conta a história de Auggie, uma criança que nasceu com a Síndrome de Treacher Collins, uma condição genética rara que afeta o desenvolvimento dos ossos e dos tecidos do rosto. O filme colocou anomalias congênitas no centro de uma grande conversa sobre inclusão, preconceito e pertencimento.
Em O Menino da Bolha de Plástico (1976), um menino com Imunodeficiência Severa Combinada (SCID), uma condição que compromete gravemente o sistema imunológico, precisa viver isolado para evitar infecções. Uma condição genética rara que existe na vida real.
E tem ainda O Homem Elefante (1980). Inspirado na história real de Joseph Merrick, o filme retrata uma condição que durante muito tempo foi associada à síndrome de Proteus. A história também levanta uma discussão que continua atual: quando uma pessoa é vista pela sua condição antes de ser vista como pessoa.
Da ficção para a vida real
A genética médica está presente em muito mais histórias do que a gente imagina. E, na vida real, esse conhecimento também importa! Reconhecer sinais, investigar e chegar a um diagnóstico pode fazer toda a diferença para pessoas e famílias que convivem com uma doença rara.
E você, lembra de outro filme ou série que trouxe uma doença rara para as telas?